segunda-feira, 24 de setembro de 2018

'Ninguém consegue se aposentar do que ama', diz Dionne Warwick, aos 77 anos, com show em Brasília

Pensamentos sobre tomar distância dos palcos e descansar são frequentes na cabeça da cantora norte-americana Dionne Warwick, de 77 anos. No mundo da música desde criança, ela completa cinco décadas de sucesso internacional e se apresenta em Brasília, pela primeira vez.
Um mês antes do show, que ocorre no dia 25 de agosto no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, a cantora disse ao G1 que tem a sensação de estar vivendo uma nova fase da carreira, mas que não deixa de cogitar a aposentadoria.
"Penso nisso todos os dias."
"Eventualmente, isso vai acontecer, mas acho que nunca vou realmente me aposentar. Acho que ninguém consegue fazer isso com o que ama. Pode haver ocasiões em que eu fique um tempo sem cantar, mas, de repente, eu vou aparecer de novo."
Dionne Warwick canta 'Falando sério (Honestly)', de Roberto Carlos, durante homenagem ao cantor brasileiro feita pela Academia Latina de Gravação, entidade responsável pelo Grammy Latino; evento foi nesta quarta-feira (18) em Las Vegas — Foto: Chris Pizzello/Invision/APDionne Warwick canta 'Falando sério (Honestly)', de Roberto Carlos, durante homenagem ao cantor brasileiro feita pela Academia Latina de Gravação, entidade responsável pelo Grammy Latino; evento foi nesta quarta-feira (18) em Las Vegas — Foto: Chris Pizzello/Invision/AP
Dionne Warwick canta 'Falando sério (Honestly)', de Roberto Carlos, durante homenagem ao cantor brasileiro feita pela Academia Latina de Gravação, entidade responsável pelo Grammy Latino; evento foi nesta quarta-feira (18) em Las Vegas — Foto: Chris Pizzello/Invision/AP
Ainda longe de parar, Dionne contou ao G1 que deve lançar um novo disco dentro de cinco meses – mais um para a lista de quase 50 álbuns desde 1963. Este será parecido com o último, de 2014, que contou com parcerias de Alicia Keys, Jamie Foxx, Ne-Yo e Cyndi Lauper.
"Soa como uma nova fase pra mim. É tudo muito novo."
“De repente todo mundo quis cantar comigo, não sei por quê. Eu acho maravilhoso ver os mais novos ansiosos para cantar ao meu lado. Pra mim, é uma oportunidade de testar novas melodias também.”
O formato da produção, porém, incomoda. Acostumada a cantar e gravar ao vivo, em programas de música ou shows, Dionne diz sentir falta dos tempos de antes. "A música mudou drasticamente. Eu sempre fui muito envolvida com a música ao vivo, mas hoje se faz tudo pelo computador."
"Não encontro emoção nisso."
Executivo da música Clive Davis posa ao lado das cantoras e primas Dionne Warwick e Whitney Houston, em 2006 — Foto: Fred Prouser/Arquivos/ReutersExecutivo da música Clive Davis posa ao lado das cantoras e primas Dionne Warwick e Whitney Houston, em 2006 — Foto: Fred Prouser/Arquivos/Reuters
Executivo da música Clive Davis posa ao lado das cantoras e primas Dionne Warwick e Whitney Houston, em 2006 — Foto: Fred Prouser/Arquivos/Reuters

Trajetória

Dionne nasceu em 1940 em Nova Jérsei, nos Estados Unidos, e começou a se envolver com música logo cedo: aos 6 anos. "Cresci em uma família de músicos, dentro da igreja. Talvez Deus tenha me traçado este destino."
Irmã de Dee Dee Warwick, prima de Whitney Houston e sobrinha de Cissy Houston, Dionne não poderia ter seguido caminho diferente. O primeiro sucesso da carreira veio em 1963, com "Don't make me over", quando ela tinha 23 anos.
Desde então, emplacou clássicos mundiais como:
A intérprete ganhou dois Grammys "Hall of Fame" – que premiam gravações com 25 anos de lançamento e que tenham relevância histórica – e cinco Grammys de "melhor performance vocal" de pop e R&B.

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Serviço

Tour 'Don't make me over' – Dionne Warwick
Data: 25 de agosto
Hora: 21h
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Eixo Monumental
Ingresso: A partir de R$ 100
Veja o que fazer em Brasília no G1 DF.

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